Para que o estádio Municipal de Iranduba (à 25 km de Manaus) possa receber, de forma oficial, partidas do Campeonato Amazonense de 2011, basta que três vestiários sejam construídos.
O primeiro passo foi dado na manhã desta sexta-feira, quando o prefeito da cidade, Nonato Lopes, e o secretário estadual de Esportes, Júlio César Soares, acertara a disponibilização do local para vistoria. Agora, a única pendência é o crivo da FAF (Federação Amazonense de Futebol) para execução dos devidos ajustes.
Segundo Júlio César, apesar do campo maltratado e do baixo número de lugares, o problema mais urgente a resolver é a inexistência de vestiários. “Serão três: um para o time anfitrião, outro para o visitante e o último para o trio de arbitragem”, disse. “O gramado não está em condições de jogo, mas isto pode ser resolvido mais tarde”, completou.
O local possui apenas um setor de arquibancadas, totalmente coberto, cuja capacidade é para somente mil torcedores, mas Júlio acredita que isto não seja problema. Ele toma como base, o baixo público registrado nas últimas edições do certame estadual.
Outro motivo é a possibilidade de construção de novo estádio, na própria cidade, com cinco mil lugares. “Com a conclusão da ponte do Rio Negro, o município vai ganhar muito mais notoriedade na região, e a chance de abrigar centro de treinamento se torna mais forte. Diante disso, apoio esta iniciativa plenamente”, confessou Júlio.
O documento de avaliação sobre o uso do estádio será entregue à FAF na próxima quarta-feira (08).
Reparos em Outubro
Para se enquadrar nas normas exigidas pelo Estatudo do Torcedor, uma equipe de técnicos especializados será enviada a Iranduba, em outubro, para nova vistoria do estádio. “Sabemos como são as estruturas dos campos do interior, e vamos fazer o possível para realizar essas modificações o quanto antes”, ressaltou Júlio.
Incluída no itinerário do futebol local, Iranduba pretende não apenas se candidatar a centro de treinamento, como participar na disputa. “Conversei com o Nonato (Lopes, prefeito) e ele me garantiu que o objetivo é ter um representante na Série B do Amazonense, ano que vem”, informou o secretário.
Fonte: Amazonas Em Tempo

Fundado a partir de uma dissidência formada por jogadores do Nacional, em 1930, o Fast Clube criou o clássico Pai-Filho no futebol amazonense. Fora de campo, o ‘filho’ segue os passos do ‘pai’ na gestão do futebol. Nesta sexta-feira, apresentou um projeto de Centro de Treinamento (CT) em
Em posições diferentes na tabela da Série B do Campeonato Amazonense, Operário (líder, 6 pontos), Rio Negro (segundo colocado, 4 pontos) e Grêmio Coariense (terceiro, 3) têm, também, comportamentos diferenciados para a quarta rodada do primeiro turno, na terça-feira (7). No Operário, a ordem do diretor de futebol, o ex-jogador Pesado, é evitar o ‘oba-oba’. Isso porque a equipe garante o acesso à primeira divisão com uma vitória sobre o Rio Negro e o Grêmio perca para o Tarumã. “Não estamos pensando nisso, vamos subir cada degrau. Sem aquele negócio de ‘já ganhou’. Vamos fazer nossa parte que é vencer. O que vier será conseqüência do nosso bom trabalho”, comentou Pesado.
A dança das cadeiras é comum no futebol brasileiro. O Ceará é um caso ilustrativo. Já trocou de técnico três vezes neste Campeonato Brasileiro e segue entre os dez primeiros colocados da competição. No Amazonas, não dá nem tempo para equipes trocarem de técnico, pois o Campeonato Amazonense ocorre durante três meses e os times não passam das primeiras fases em torneios nacionais.
O América está encontrando dificuldades para contratar os dois jogadores solicitados pelo técnico Sérgio Duarte, para a sequência da Série D do Brasileiro. O treinador pediu à diretoria a contratação de um atleta para o meio campo e um atacante.
Com a folga do Operário, líder isolado do primeiro turno da Série B do Amazonense, Rio Negro e Cliper, com três pontos cada um, dependem de uma vitória para encostar no time de Manacapuru (a 68 quilômetros de Manaus). 
Os clubes de futebol filiados à Federação Amazonense de Futebol (FAF) ganharam nova obrigação: manter os atletas menores de 18 anos na escola. O governador do Amazonas, Omar Aziz, sancionou a Lei 3.551, dia 20 deste mês, que prevê pena de exclusão das competições oficiais e multa de R$ 1 mil a quem mantiver jovens em atividade esportiva e fora da sala de aula. A norma é desconhecida dos dirigentes, mas não assusta e chega com atraso. 




Sem subsídios, economia está fora dos padrões dos clubes da última divisão do Campeonato Brasileiro, a Série D. É o caso do América-AM, que gastou R$ 200 mil na disputa da primeira fase. A classificação à segunda etapa gerou um prejuízo de R$ 80 mil com os jogos no interior do Amazonas, em Rio Preto da Eva (a 57 quilômetros de Manaus).









